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Por reunir beleza e docilidade, ele é um forte candidato a ser um bom pássaro de estimação.
 
  Com a beleza de suas cores vivas e bem definidas e o temperamento especialmente dócil, o Diamante de Gould é um dos pássaros preferidos para estimação.
Conhecido em inglês como "Lady Gould" (Senhora Gould), foi assim chamado pelo primeiro ornitólogo a estudar a espécie, John Gould, em homenagem à esposa Elizabeth quando esta faleceu. Hábil desenhista de pássaros, ela registrou a imagem das aves que o casal pesquisou junto em expedições realizadas no século
XIX.






beija flor flores flor passaro passaros


Simplesmente uma flor
nasceu ali, no meu quintal,
mais um botão desabrochou
mas se perdeu no temporal.
Mas com a chuva que caiu
levou as nuvens o vendaval,
novamente a planta floriu
e coloriu o meu quintal.
Os pássaros todos voltaram
as borboletas também,
os colibris as beijaram.
E quando o sol se abriu
que a primavera surgiu,
os botões desabrocharam.


http://2.bp.blogspot.com/_5xjnj6B_l-4/TJ93HYNxJaI/AAAAAAAAAGM/G11GDbGdPA8/s1600/orquideas.jpg




 
Nenhum outro grupo no Reino Vegetal possui tanta diversidade quanto as orquídeas. São cerca de 25 mil especíes naturais e centenas de milhares de híbridas (um número difícil de medir devido ao seu intenso crescimento).
Estudos recentes sugerem que as orquídeas possuem 120 milhões de anos na Terra, superando catástrofes e mudanças climáticas em toda esta trajetória.
A primeira referência encontrada foi do imperador chinês Sheng Nung, informando alguns conselhos sobre os poderes medicinais dos Dendrobiums. Por volta de 500 A.C. o filósofo chinês Confúncio descrevia as orquídeas em seus escritos, denominando-as "Rainhas das Plantas com Fragrãncia". Hoje sabe-se que o termo "orquídea" no vocabulário chinês (a palavra "lan") é pronunciado há mais de 4 mil anos!.
Entretanto, apesar dos chineses terem citado o termo a mais tempo, provavelmente a descoberta desta incrível planta deve ter impressionado homens em todo o mundo. O grego Theophrastus (370 - 295 A.C.) listou orquídeas descobertas no Mediterrâneo ainda naquela época, e Plínio (77 A.C) escreveu em seu livro "História Natural" que as orquídeas possuíam um poder sexual. Na verdade foram os ingleses que popularizaram.
Nas Américas maias e astecas também documentaram histórias de orquídeas, especialmente a Vanilla, que eles utilizavam para dar aroma a bebidas típicas.
Até o iluminismo, e a organização científica das espécies vivas do planeta, iniciada pelo conhecido Linaeus, as orquídeas tinham apenas funções da vida prática registradas, como poderes medicinais, eróticos, e também como alimento. Linaeus pela primeira vez catalogou espécies da maneira como conhecemos, oferecendo o nome Orchid (do grego "orkhis" ou testículo) para um típico genêro de orquídeas
No início do século XIX as orquídeas ganharam notoriedade na Inglaterra vitoriana, maior império da época. Era comum realizar expedições pelo mundo em busca de orquídeas raras e exóticas. Muitas espécies foram descobertas, mas nem todas catalogadas cientificamente de forma adequada.
Hoje o conhecimento sobre cultivos de orquídeas nunca foi tão aprofundado. Sabemos que é uma das maiores famílias do Reino Vegetal, como cultivar a maior parte de suas espécies, e, principalemente, como produzir lindos híbridos que nos encantam mais a cada dia.


Saber molhar as plantas é muito importante e o maior mal que se pode fazer é colocar água em excesso, pois a umidade ocasiona o apodrecimento das raízes e favorece o aparecimento de pragas e doenças.
Não esqueça que sua planta não é aquática. É difícil estabelecer a quantidade de água e o intervalo entre as regas, há vários fatores que influenciam, tais como a iluminação, a temperatura e o meio ambiente. Se é externo vai necessitar de mais água devido aos ventos e ao sol, se interno o período de rega vai ser maior pela menor transpiração da planta.
Na primavera e verão vão requerer mais água do que no outono e inverno, sendo nesta época que elas estão em período de dormência.
O tamanho da planta também irá influenciar, pois quanto maior a quantidade de folhas mais umidade ela necessitará.
O melhor meio para se saber é encostar o dedo na superfície do solo, se senti-lo úmido não precisa molhar. De água aos poucos para não ter excesso, é melhor molhar de menos do que de mais.
Não esqueça de usar um regador com chuveirinho.


 

 As casas devem ter casinhas de pássaros e muitas flores nos quintais, ou se não tiver quintal, belas floreiras que atraem borboletas, beija-flores, isso traz um ambiente de paz e harmonia, além de deixar a casa bonita, a vizinhança feliz e um ambiente melhor para respirar e viver, são coisas simples como vazos coloridos, flores que gostem de bastante sol, garrafas pets com terra e flores já deixam o lugar mais bonito e alegre, atrai bons fluidos, energias positivas e alto astral contribuindo para um mundo melhor.




O Agapornis é natural do continente africano, onde é encontrado em grupos pequenos, preferencialmente da mesma espécie, vivem numa vasta região na costa oeste (costa ocidental) da África do Sul, chegando a aparecer até na Namíbia, entre vegetações de pequenos arvoredos abertos e secos, e em montanhas com até 1600 metros.
São normalmente barulhentos, exceto quando pressentem algum perigo ou ameaça a seus ninhos. Sociáveis, vivem nas colônias até mesmo durante a época de acasalamento.
Seu nome, - de origem grega -, quer dizer "inseparável", devido à característica monogâmica da espécie - uma vez acasalado, o casal permanece unido até à morte. Ao perder um companheiro, o agapórnis solitário nunca terá a mesma graça e perderá parte da sua vivacidade, podendo até morrer.

Por isso, é conhecido como "pássaro do amor" (lovebird) nos EUA e inseparable, na França. 
 
 
 
 













Dizem que no Sul do Brasil, havia uma tribo de índios, cujo cacique era amado por duas moças muito bonitas. Não sabendo qual escolher, o jovem cacique prometeu casar-se com aquela que tivesse melhor pontaria.
Aceite a prova, as duas índias atiraram as flechas, mas só uma acertou o alvo. Essa casou-se com o chefe da tribo.
A outra, chamada Obirici, chorou tanto que suas lágrimas formaram uma fonte e um córrego. Pediu ela a Tupã que a transformasse num passarinho para poder visitar o cacique sem ser reconhecida. Tupã fez a sua vontade.
Mas verificando que o cacique amava a sua esposa,
Obirici resolveu abandonar aqueles lugares e voou para o Norte do Brasil, indo parar nas matas da Amazónia.
Para consolá-la, Tupã deu-lhe um canto melodioso.
Assim, canta para esquecer as suas mágoas; e os outros pássaros, quando encontram o uirapuru, ficam calados para ouvir as suas notas maravilhosas. Por causa de seu belo canto, chamam-no de: professor de canto dos pássaros.
O uirapuru (Leucolepis arada) é o cantor das florestas amazónicas.
Seu visual não é dos mais atraentes, normalmente tem a cor verde-oliva com cauda avermelhada.
Entretanto, tem um canto tão lindo, tão melodioso, que os outros pássaros ficam quietos e silenciosos só para ouvi-lo.
Todavia este canto somente pode ser ouvido 15 dias por ano, na época em que constrói o seu ninho.
Não bastasse isto, ele canta somente ao amanhecer, por 5 ou 10 minutos.
Neste pássaro, o real e o lendário se confundem: dizem que ele não repete frases musicais.
Por todas estas qualidades, os indígenas e sertanejos acham que ele é um pássaro sobrenatural. Na verdade, o seu nome quer dizer: "pássaro que não é pássaro". Depois de morto o seu corpo é considerado um talismã que dá felicidade a quem o possui.
Para os tupis o uirapuru é um deus que toma a forma de pássaro e anda sempre rodeado por outros. A ele atribuem a virtude de conduzir um refluir de pessoas à casa de quem possui um deles.


 
Conhecido popularmente como Bem-te-vi, seu nome vem dos sons que ele emite, pois quando ouvimos somos capazes de distinguir essas sílabas. Também chamados de Pitanguá e Triste Vida, são aves muito alegres.
O seu cardápio é muito variado, come praticamente de tudo. Alimenta-se de insetos como a abelha, larvas de besouro e é capaz de capturá-los durante o seu vôo.
Também devora outros pequenos animais, como peixes, minhocas e cobras. É capaz, inclusive, de ser o predador de ninhos de outras aves, principalmente quando se sente ameaçado.
Mas não dispensa as frutas que podem ser bananas e laranjas. Para completar a dieta dessa pequena ave, as flores não podem faltar. 

 

 


 
 











Os indígenas deram nomes muito sugestivos para os beija-flores, que descreviam com perfeição esses pássaros encantadores:

Para os índios caraíbas, eles eram os “colibris”, que significa “área resplandecente”;
Os tupis os batizaram de “guainumbis”, ou seja, “pássaros cintilantes”;

Já para os índios guaranis, os beija-flores eram os “mainumbis”, isto é, “aqueles que encantam, junto à flor, com sua luz e esplendor”.



Seu nome botânico nome é Impatiens psittacina. A espécime cresce apenas numa pequena região do norte da Tailândia, Birmânia,  um distrito da parte oriental da Índia.


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As aves são animais muito interessantes e que atraem pela beleza. Dentre elas estão os pássaros, que além da beleza encantam pelo seu canto característico e único que cada um produz.

A conservação de áreas verdes, principalmente dos remanescentes florestais urbanos é uma estratégia valiosa para a conservação, tanto de espécies vegetais quanto de espécies animais. Ao longo de milhões de anos de convívio, a relação entre animais e plantas com flores foi se estabelecendo de forma harmônica, adaptando hábitos e necessidades mútuas. A perpetuação da espécie vegetal depende principalmente da polinização de flores e dispersão de frutos e sementes.


ARARAS: voam diariamente muitos quilômetros na busca de frutos, principalmente de diversas      palmeiras. Para o ninho, escavam os estipes dos buritis (Mauritia flexuosa).

  RARAJUBAS: Aratinga guarouba - apreciam sementes e frutos oleosos, principalmente da  palmeira buriti.

  BEIJA-FLORES: são atraídos por flores coloridas, geralmente tubulosas, e produtoras de néctar, seu principal alimento, porém completam sua dieta comendo insetos em flores ou em vôos rápidos. Seu bico arrojado permite beber diretamente do nectário floral sem precisar pousar. Entre todas as espécies de beija-flores do Brasil o tesourão é o mais comum. As flores mais visitadas por eles são das seguintes espécies vegetais: Abutilon darwinii - (sino-amarelo, arbusto perene, de corolas amarelas, semi-abertas).
Abutilon striatum - (lanterna-chinesa, arbusto perene, de flores de cor alaranjada com estrias vermelhas).
Erythrina falcata - (árvore conhecida como crista-de-galo, de flores vermelhas).
Fuchsia hybrida - (brinco-de-princesa, herbácea escandente, de flores pendentes e vistosas).


BEM-TE-VI: Pitangus sulphuratus - seu nome popular é onomatopéico, pois seu canto imita um chamado, dando a impressão de cantar seu próprio nome: "bem-te-vi, bem-te-vi". Seus principais alimentos são frutas de pessegueiro, ameixeira, romãzeira, mangueira, pitangueira, uvaia, goiabeira,    jabuticabeira, araçazeiro, amoreira e figueira e insetos, mas não dispensam algumas sementes.

  CABOCLINHO: Sporophila palustris - é o menor pássaro canoro brasileiro. Habita várzeas à procura de sementes de capim verde, entre outros, especialmente o capim de flor amarela e o colonião.

  Sicalis flaveola - o pássaro canoro mais popular do Brasil, come de tudo, principalmente sementes, podendo ser alpiste, painço amarelo, linhaça e se adapta com facilidade a qualquer tipo de ambiente.

  PAPAGAIOS: seu bico forte e encurvado para baixo é apropriado para quebras sementes duras e coquinhos. Frutos, sementes, brotos, flores e, eventualmente, insetos que estão nas frutas fazem parte de sua dieta na natureza. ·

  PICA-PAU: com bico forte e apropriado para lascar o tronco das árvores à procura de alimento, normalmente come larvas de insetos e alguns insetos, mas prefere besouros.



ROLINHA: Columbina talpacoti - habita áreas com plantações, campos abertos e os centros urbanos, onde é muito comum. Constrói o ninho em arbustos utilizando gravetos. Sementes de gramíneas e de pequeninos frutos apanhados do chão fazem parte de sua dieta. Em ambientes urbanos sua alimentação é variada, nutrindo-se de sementes e outros alimentos encontrados à disposição naquele ambiente.

  SAÍRA-AMARELA: Tangara cayana - habita matas abertas e ciliares, áreas cultivadas, parques e jardins, freqüentando árvores com frutos maduros, como a aroeira-vermelha(Schinus terebinthifolia) e magnólias (Magnolia spp) e completa sua dieta com insetos cupins e vespas.


 SAÍRA-SETE-CORES: Tangara seledon - ameaçada de extinção como espécie vulnerável é uma ave lindíssima por ser multicolorida. Costuma fazer seu ninho em bromélias que podem estar no tronco de palmeiras como, por exemplo, a da palmeira-imperial, cujos frutos são apreciados.

TUCANO-TOCO: Ramphastos toco - é uma espécie onívora, alimentando-se basicamente de frutos e sementes, de insetos, ovos de outras aves e dos filhotes destas caso lhe falte alimento. Vive em bordas de matas e freqüenta os palmitais em busca de seus frutos. Seu bico é leve e oco, porém muito resistente, proporcionando pular com facilidade os galhos das árvores e apanhar delicadas frutinhas.

  TUCANO-DE-BICO-VERDE: Ramphastos dicolorus - habita áreas florestadas, do litoral a zonas montanhosas, incluindo as florestas de planalto. Sua alimentação é variada: frutos, artrópodes e pequenos vertebrados. Entre os frutos apreciados pelos tucanos estão os de várias palmeiras como o palmiteiro (Euterpe edulis), o jerivá (Syagrus romanzoffiana) e a palmeira-elegante (Archontophoenix cunninghamiana). Completa sua dieta comendo aranhas e insetos como lagarta, cigarra, grilos.

  JOÃO DE BARRO: Furnarius rufus - utiliza habilmente o barro misturado com fibras vegetais, capim, pêlos e estrume para construir sua casa no alto dos postes de iluminação e dos galhos de árvores em regiões urbanas e campestres. É na vegetação baixa, onde pode caminhar, que ele busca insetos, larvas e artrópodos em geral para compor sua dieta.

  AZULÃO: Passerina brissonii - habita bordas de matas e florestas ralas; é onívoro, consumindo sementes de capim, pequenas frutas silvestres e vários insetos.

  ANDORINHAS: Notiochelidon cyanoleuca - As andorinhas são exímias voadoras. Encontradas em várias regiões do mundo, vivendo em bandos, sempre muito próximas das árvores e de várias plantas, alimentam-se basicamente de insetos. Nas cidades, pousam geralmente na fiação da rede elétrica e nas antenas de aparelhos eletrônicos.